E75C2269-25EE-4C44-8649-D842B506E0E2 Created with sketchtool.
A+
40F48D74-0ABB-49BA-A923-C60ABF051698 Created with sketchtool.
4DB661F4-66CF-4EB3-963C-E4EBDDB94A68 Created with sketchtool.


Mulheres na Coleção MAR

In dialogue with the Women of the World Festival, of which MAR is a strategic partner, the exhibition “Women in the MAR Collection” presents a clipping of works by more than 150 Brazilian and foreign artists in the collection. Artists such as Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes, Güler Ates, Marie Nivouliès de Pierrefort, Abigail de Andrade, Louise Bourgeois, Neide Sa, Jenny Holzer, Leila Danziger, Regina Silveira, Vânia Mignone and Celia Euvaldo.

A mostra apresenta um recorte de obras de mais de 150 artistas brasileiras e estrangeiras que integram o acervo. Estão presentes artistas como Tarsila do Amaral, Tomie Ohtake, Beatriz Milhazes e muitas outras

“Quando surgiu a ideia da exposição, pensei que não poderíamos perder a oportunidade de engajar as funcionárias do MAR em um processo curatorial colaborativo, mais horizontal, de escuta recíproca em torno das questões do que é ser mulher e do que é fazer uma mostra de artistas mulheres. A diretoria acatou a sugestão e então nos debruçamos juntas sobre as obras da coleção, trocamos experiências e saberes, dividimos preocupações. O MAR segue vivo e pulsante na mão dessas mulheres, quebrando paradigmas e inventando novos modos de fazer curadoria”, explica Amanda Bonan, coordenadora de Conteúdo do MAR, antecipando que um vídeo sobre o processo, com imagens dos encontros e depoimentos das funcionárias, poderá ser visto na exposição.

Segundo a diretora executiva do museu, Eleonora Santa Rosa, esta exposição se reveste de alguns significados especiais. “O primeiro deles é fazer parte da programação extraordinária do Festival de Mulheres, com toda a potência que terá esse evento. 

Em segundo lugar, o que essa experiência proporcionou ao corpo funcional feminino do MAR. Foi muito importante, porque o museu experimentou pela primeira vez uma tecedura de exposição realmente de base, discutindo com quem às vezes não tem nada a ver com o trabalho curatorial como se realiza uma exposição. Ao mesmo tempo esses laboratórios de criação curatorial também abriram uma dimensão extraordinária de depoimentos pessoais.

Então exposição está sendo amalgamada não só por um corte profissional, frio, “curatorial”, mas faz parte de um caldo muito maior, envolvendo uma percepção desse acervo, um outro olhar sobre a montagem desse acervo num determinado espaço e, mais do que isso, o cinturão em torno dessa exposição do ponto de vista de reflexão pessoal, de reflexão de histórias individuais, de narrativas dessas histórias e de como isso pode estar projetado nessa mostra”.

O MAR segue vivo e pulsante na mão dessas mulheres, quebrando paradigmas e inventando novos modos de fazer curadoria”, explica Amanda Bonan, coordenadora de Conteúdo do MAR,