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O MAR promove uma leitura transversal da história da cidade, seu tecido
social, sua vida simbólica, conflitos, contradições
e desafios.

Inaugurado em 1º de março de 2013, o Museu de Arte do Rio, MAR, promove uma leitura transversal da história da cidade, seu tecido social, sua vida simbólica, conflitos, contradições, desafios e expectativas sociais. Suas exposições unem dimensões históricas e contemporâneas da arte por meio de mostras de longa e curta duração, de âmbito local e nacional. O museu surge também com a missão de inscrever a arte no ensino público, por meio de sua Escola do Olhar.

 

O MAR está localizado na Praça Mauá, em dois prédios de perfis heterogêneos interligados por uma ponte sob uma bela laje sustentada por pilotis: o palacete Dom João VI, tombado e eclético, que abriga as salas de exposição e o edifício vizinho, de estilo modernista – originalmente um terminal rodoviário – onde a Escola do Olhar está instalada.

Com sua própria coleção – em processo de formação por meio de aquisições e doações correspondentes à sua agenda – o MAR conta também com empréstimos de obras de algumas das melhores coleções públicas e privadas do Brasil para a realização de sua programação.

Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, ao conjugar arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

Iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR desenvolve atividades que envolvem coletar, registrar, pesquisar, preservar e devolver bens culturais à comunidade.

Desde janeiro de 2021, o Museu de Arte do Rio passou a ser gerido pela Organização dos Estados Ibero-Americanos para a Educação, a Ciência e a Cultura (OEI) por meio de acordo de cooperação internacional com a Prefeitura do Rio de Janeiro. A OEI é o primeiro organismo intergovernamental de cooperação no espaço Ibero-Americano. Desde 1949 tem trabalhado para promover a cooperação nos seus três campos de ação: educação, ciência e cultura. Atualmente, 23 Estados membros integram a OEI, que conta com 18 escritórios regionais, além da Secretaria Geral em Madri, Espanha.

No âmbito da Cultura, a OEI tem como instrumento norteador de política cultural de maior importância e alcance na região, a Carta Cultural Ibero-americana. O documento foi aprovado na XVI Cúpula de Chefes de Estado e de Governo de 2006, em Montevidéu. Tradicionalmente, a OEI vem concentrando seus trabalhos por meio de parceria com os ministérios da Cultura em nível nacional, que são seus interlocutores por excelência. No entanto, progressivamente, e de acordo com o estabelecido no Objetivo de Desenvolvimento Sustentável (ODS) 17, são criadas oportunidades para ampliar seu escopo de atuação por meio de parcerias com governos subnacionais e organizações da sociedade civil.

  • Arquitetura

    O projeto arquitetônico do MAR é do escritório carioca Bernardes + Jacobsen. O complexo do museu engloba 15 mil metros quadrados e inclui oito salas de exposições e cerca de 2.400 metros quadrados, divididos em quatro andares; a Escola do Olhar e áreas de apoio técnico e de recepção, além de serviços ao público.

    Os dois prédios que formam a instituição são unidos por meio de uma praça, uma passarela e uma cobertura fluida, em forma de onda – o traço mais marcante da caligrafia dos arquitetos – transformando-os em um conjunto harmônico.

    Porto Maravilha

    O lançamento do MAR representa um dos marcos do Porto Maravilha, projeto da Prefeitura de revitalização da zona portuária do Rio, com investimentos também da iniciativa privada.
    A intervenção urbana dessa região da cidade marca uma virada muito importante na história do desenvolvimento urbano do Rio de Janeiro. Sua finalidade é promover a reestruturação local, por meio da ampliação, articulação e requalificação dos espaços públicos da região, visando à melhoria da qualidade de vida de seus atuais e futuros moradores e à sustentabilidade ambiental e socioeconômica da área. 

    O projeto abrange uma área de 5 milhões de metros quadrados, que tem como limites as Avenidas Presidente Vargas, Rodrigues Alves, Rio Branco, e Francisco Bicalho. O Porto Maravilha também realiza ações para a valorização do patrimônio histórico da região, bem como a promoção do desenvolvimento social e econômico para a população. Além do MAR, a região ganhou outro projeto de grande impacto cultural: o Museu do Amanhã, no Píer Mauá, inaugurado em dezembro de 2015. 

    Para coordenar o processo de implantação do Porto Maravilha, foi criada a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), empresa de economia mista, controlada pela Prefeitura. A CDURP tem como principais funções implementar e gerir a concessão de obras e serviços públicos na região, além da administrar os recursos patrimoniais e financeiros referentes ao projeto.

    Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola inovadora – a Escola do Olhar.

    Missão
    Desenvolver um espaço onde o Rio se encontra e se reinventa por meio do conhecimento, da arte e da experiência do olhar, com ênfase na formação de acervo e na educação.
    Visão
    Transformar as relações do Rio com a arte em processo de formação emancipatória da cidadania.
    Valores
    Esfera pública: o MAR é de todos e para todos Democracia: ter uma escuta ativa da sociedade Excelência: ser incansável na busca da qualidade Autonomia institucional: guiar a ação intelectual e administrativa (modelo de gestão) Transparência: tornar públicos os processos, ações e resultados Proatividade: na ação cultural e administrativa para o cumprimento de sua missão