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O Museu de Arte do Rio promove uma leitura transversal da história da cidade, seu tecido
social, sua vida simbólica, conflitos, contradições
e desafios.

Inaugurado em 1º de março de 2013, o Museu de Arte do Rio promove uma leitura transversal da história da cidade, seu tecido social, sua vida simbólica, conflitos, contradições, desafios e expectativas sociais. Suas exposições unem dimensões históricas e contemporâneas da arte por meio de mostras de longa e curta duração, de âmbito nacional e internacional. O museu surge também com a missão de inscrever a arte no ensino público, por meio de sua Escola do Olhar.

O MAR está localizado na Praça Mauá, em dois prédios de perfis heterogêneos e interligados: o Palacete Dom João VI, tombado e eclético, que abriga as salas de exposição, e o edifício vizinho, de estilo modernista – originalmente um terminal rodoviário – onde a Escola do Olhar está instalada.

Com sua própria coleção – em processo de formação por meio de aquisições e doações correspondentes à sua agenda – o MAR conta também com empréstimos de obras de algumas das melhores coleções públicas e privadas do Brasil para a execução de seu programa.

Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola – a Escola do Olhar –, cuja proposta museológica é inovadora: propiciar o desenvolvimento de um programa educativo de referência para ações no Brasil e no exterior, conjugando arte e educação a partir do programa curatorial que norteia a instituição.

Uma iniciativa da Prefeitura do Rio em parceria com a Fundação Roberto Marinho, o MAR tem atividades que envolvem coleta, registro, pesquisa, preservação e devolução à comunidade de bens culturais – sob a forma de exposições, catálogos, programas em multimeios e educacionais, como recomenda a Unesco. 

O MAR é gerido pelo Instituto Odeon uma organização social da Cultura. O museu tem o Grupo Globo como mantenedor, a Equinor como patrocinadora master, a Bradesco Seguros como patrocinadora, o BNDES como apoiador financeiro, a Rede D’Or São Luiz como apoiadora de exposições e o Itaú como apoiador, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

A Escola do Olhar conta com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, Secretaria Municipal de Cultura, Dataprev, TNA, Grupo In Press e BNY Mellon, por meio da Lei Municipal de Incentivo à Cultura – Lei do ISS e do Machado Meyer Advogados via Lei Federal de Incentivo à Cultura. O MAR conta também com o apoio do Governo do Estado do Rio de Janeiro e realização do Ministério da Cidadania e do Governo Federal do Brasil, por meio da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

  • Arquitetura

    O projeto arquitetônico do MAR é do escritório carioca Bernardes + Jacobsen. O complexo do museu engloba 15 mil metros quadrados e inclui oito salas de exposições e cerca de 2.400 metros quadrados, divididos em quatro andares; a Escola do Olhar e áreas de apoio técnico e de recepção, além de serviços ao público.

    Os dois prédios que formam a instituição são unidos por meio de uma praça, uma passarela e uma cobertura fluida, em forma de onda – o traço mais marcante da caligrafia dos arquitetos – transformando-os em um conjunto harmônico.

    Porto Maravilha

    O lançamento do MAR representa um dos marcos do Porto Maravilha, projeto da Prefeitura de revitalização da zona portuária do Rio, com investimentos também da iniciativa privada.
    A intervenção urbana dessa região da cidade marca uma virada muito importante na história do desenvolvimento urbano do Rio de Janeiro. Sua finalidade é promover a reestruturação local, por meio da ampliação, articulação e requalificação dos espaços públicos da região, visando à melhoria da qualidade de vida de seus atuais e futuros moradores e à sustentabilidade ambiental e socioeconômica da área. 

    O projeto abrange uma área de 5 milhões de metros quadrados, que tem como limites as Avenidas Presidente Vargas, Rodrigues Alves, Rio Branco, e Francisco Bicalho. O Porto Maravilha também realiza ações para a valorização do patrimônio histórico da região, bem como a promoção do desenvolvimento social e econômico para a população. Além do MAR, a região ganhou outro projeto de grande impacto cultural: o Museu do Amanhã, no Píer Mauá, inaugurado em dezembro de 2015. 

    Para coordenar o processo de implantação do Porto Maravilha, foi criada a Companhia de Desenvolvimento Urbano da Região do Porto do Rio de Janeiro (CDURP), empresa de economia mista, controlada pela Prefeitura. A CDURP tem como principais funções implementar e gerir a concessão de obras e serviços públicos na região, além da administrar os recursos patrimoniais e financeiros referentes ao projeto.

    Espaço proativo de apoio à educação e à cultura, o museu já nasceu com uma escola inovadora – a Escola do Olhar.

    Missão
    Desenvolver um espaço onde o Rio se encontra e se reinventa por meio do conhecimento, da arte e da experiência do olhar, com ênfase na formação de acervo e na educação.
    Visão
    Transformar as relações do Rio com a arte em processo de formação emancipatória da cidadania.
    Valores
    Esfera pública: o MAR é de todos e para todos Democracia: ter uma escuta ativa da sociedade Excelência: ser incansável na busca da qualidade Autonomia institucional: guiar a ação intelectual e administrativa (modelo de gestão) Transparência: tornar públicos os processos, ações e resultados Proatividade: na ação cultural e administrativa para o cumprimento de sua missão