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Aline Motta: memória, viagem e água

Por conta das medidas de seguranças que visam o combate à disseminação do vírus COVID-19, a abertura da exposição “Aline Motta: memória, viagem e água”, foi adiada.

A nova data de inauguração da exposição será divulgada assim que o museu reabrir ao público. A partir do dia 16 de março, o MAR permanecerá com as atividades suspensas até que as autoridades reavaliem a situação.

Aline Motta: memória, viagem e água

O Museu de Arte do Rio abre ao público a mostra “Aline Motta: memória, viagem e água”, que irá ocupar o 1º andar do pavilhão de exposições com a trilogia de vídeo-instalações “Pontes sobre abismos” (2017), “Se o mar tivesse varandas” (2017) e “Outros fundamentos” (2019). Agindo como uma catadora de farrapos orais, visuais e escritos das histórias encobertas de sua família, a artista fluminense Aline Motta faz por meio de sua obra uma incursão a lugares distantes entre si, aproximados pelo oceano atlântico, alinhando-os em uma obra repleta de água – salgada, doce, transparente ou poluída.

Três anos após realizar a instalação e o livro de artista Escravos de Jó (2016), a artista segue interessada nas histórias ligadas à escravidão negra, e de como sua família, de um lado portuguesa, de outro, africana e afro-brasileira, é atravessada por essas relações desiguais que definem as particularidades da sociedade brasileira.
Seu fio condutor é um pequeno acervo de retratos fotográficos familiares. São pessoas com quem teve ou tem alguma proximidade física, sobre quem ouviu falar ou sobre quem existem papéis que hoje pertencem aos arquivos públicos e circulam pela internet.