A exposição “Eleonore Koch: espaço aberto” apresenta pela primeira vez ao público carioca um conjunto de quase 150 obras da artista alemã de origem judaica.
A mostra traz uma coletânea de 40 xilogravuras, sendo 10 obras inéditas, 10 matrizes inéditas e as 20 obras mais importantes da sua carreira, com temas que retratam a trajetória de vida do artista, considerado pelo dramaturgo Ariano Suassuna como o melhor gravador popular do Brasil.
A mostra “Olhares e Releituras” traz 17 artistas brasileiros reconhecidos dentro e fora do país, ‘interpretados’ por participantes das oficinas de arte do Instituto Olga Kos (IOK)
Crônicas Cariocas escuta e discute o Rio de Janeiro que não está nos livros, mas que figura no imaginário coletivo daqueles que vivem e respiram a cidade em toda sua complexidade.
A cultura yorubá foi uma das últimas a ser implementada no Brasil da diáspora, do sequestro e da escravidão de povos africanos. Um país que dizimava, explorava e marcava a carne dessa população.
A exposição Imagens que não se conformam propõe diálogos contemporâneos sobre a história do Brasil a partir da coleção do Instituto Histórico e Geográfico do Brasil (IHGB).
A exposição “Paulo Werneck – Murais para o Rio” nos revela a produção do artista no Rio de Janeiro. Mais do que lançar luz sobre obras do pioneiro da atividade mural no país, a mostra busca reunir aspectos importantes de sua trajetória, como as atividades de ilustrador e artista gráfico.
Próxima exposição de longa duração do Museu de Arte do Rio – MAR, Casa Carioca irá reunir cerca de 800 obras em torno de temas relacionados à casa e ao habitar no Rio de Janeiro e no Brasil e fará parte da programação cultural do Congresso Mundial de Arquitetos – UIA 2021.